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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Robert Plant não fará turnê com Led Zeppelin

O cantor Robert Plant explicou, em entrevista a uma rádio britânica, porque decidiu não voltar ao Led Zeppelin para uma turnê mundial.

O motivo é bem simples: sem o baterista John Bonham, morto em 1980, o Led Zeppelin não existe.

"Eu parei porque nós não estávamos completos. Não estamos completos há 29 anos", afirmou Plant.

Outro motivo, segundo o cantor, foi a preocupação de não fazer algo digno da história da banda.

"É algo muito complicado de fazer", explicou.

O Led Zeppelin se reuniu no final de 2007 para fazer um show em Londres.
Desde então, houve uma série de boatos que o grupo iria se reunir para uma turnê mundial.
Mas Plant, ao contrário de Jimmy Page e John Paul Jones, sempre foi contra.

Na mesma entrevista, o vocalista disse que vai gravar um novo álbum com a cantora country Alisson Krauss.

Em 2007, os dois gravaram juntos o elogiado disco Raising Sand.


Fonte: Site Tribuna FM

KISS no Brasil


Começa nesta quinta-feira (05) a pré-venda de ingressos para os dois shows que o Kiss faz no Brasil em abril. Por enquanto, apenas clientes do Citibank podem comprar.
A venda para o público em geral começa daqui a uma semana, no dia 12.

Serão duas apresentações: a primeira em São Paulo, no dia 07 de abril, na Arena Anhembi; e a segunda no Rio de Janeiro, dia 08 de abril, na Apoteose.
Na capital paulista, os ingressos custam R$ 170 (pista) e R$ 350 (pista vip). No Rio, R$ 160 (pista) e R$ 350 (pista vip).

É a quarta vez que o Kiss vem ao Brasil.
A primeira, em 1983, foi a mais marcante de todas.
Na época, a banda havia acabado de lançar o álbum Creatures of the Night (do sucesso "I Love It Loud") e lotou os estádios do Maracanã e do Morumbi.
Foi a última turnê da fase mascarada do Kiss.
No ano seguinte, o grupo abandonou a maquiagem, que só foi retomada no final dos anos 1990.




A segunda passagem do Kiss pelo Brasil foi nessa época de cara limpa: em 1994, a banda foi a atração principal do festival Monsters of Rock.

A terceira vez do Kiss no Brasil aconteceu em 1999, quando o grupo retomou a maquiagem e reuniu sua formação original - Gene Simmons (baixo e vocal), Paul Stanley (guitarra e vocal), Ace Frehley (guitarra e vocal ocasional) e Peter Criss (bateria e vocal mais ocasional ainda).

Os shows, alardeados como uma volta do Kiss às origens, causaram polêmica pelas acusações de uso de playback. Tanto que, mesmo com toda a produção e parafernália, perderam feio para o modesta a modesta, mas impecável, apresentação no Monsters de 1994.

A turnê que chega ao Brasil em abril comemora os 35 anos de carreira do Kiss. Da formação original, sobraram os eternos Gene Simmons e Paul Stanley. Junto com eles, tocam o guitarrista Tommy Thayer e o baterista Eric Singer.

Se o Kiss repetir o repertório dos últimos shows que fez, em agosto do ano passado, os fãs brasileiros podem esperar um sucesso atrás do outro. Nestes shows, a banda tocou seu clássico Alive, lançado em 1975, quase na íntegra.

No gordo bis - em média seis músicas -, também só clássicos: "Shout It Out Loud" (1976), "Lick It Up" (1983), "I Love It Loud" (1982), "I Was Made for Lovin' You" (1979), "Love Gun" (1977) e, para fechar, a grande "Detroit Rock City" (1976).

Se a procura por ingressos no Brasil repetir o que aconteceu na Argentina, eles vão acabar rápido.

No primeiro dia de vendas, foram vendidas 10 mil entradas para a apresentação que a banda faz em Buenos Aires, no dia 05 de abril.


Fonte: IG Música

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

B.B.King planeja montar Blues Bar em Curitiba

Curitiba poderá ser sede de mais um bar da rede B.B.King Blues Club, do cantor norte-americano Riley Ben King, mais conhecido como B.B.King, considerado um dos maiores guitarristas de blues da atualidade e chamado de o Rei do Blues.



Donald Wilson, sócio de B.B.King, visitou Curitiba nesta sexta-feira (23) e se reuniu com a equipe da Agência Curitiba de Desenvolvimento S.A. (Agência Curitiba), responsável pelos projetos de desenvolvimento econômico e empresarial do Município.

Depois de ter passado por Florianópolis e Balneário Camboriú, em Santa Catarina, Wilson se disse encantado por Curitiba.

"É uma cidade cosmopolita, que tem boa qualidade de vida e ainda é uma cidade de negócios, o que faz com que ela receba um público admirador do blues."

O empresário americano tem uma nova reunião agendada para março com a equipe da Prefeitura de Curitiba.


"Até lá a Agência Curitiba localizará espaços que podem ser ocupados para a instalação do bar e também possíveis investidores", explica Amadeu Busnardo, assessor da presidência da Agência Curitiba, que recebeu o empresário americano.


O novo bar será o primeiro da rede a ser instalado fora dos Estados Unidos.
Atualmente o B.B.King Blues Club existe nas cidades de Orlando Memphis e Washiville.
O quarto bar está sendo construído atualmente em Chicago.


Com restaurante e espaço para shows os bares da rede B.B.King ocupam áreas de aproximadamente 1.000 metros quadrados, sempre com mezzanino, para que os freqüentadores que estejam se alimentando possam assistir aos shows.


A idéia é que entre as atrações do novo bar estejam vários músicos americanos que tocam blues e jazz.


O investimento previsto é de R$ 3 milhões.


Fonte: Redação Bonde/Prefeitura de Curitiba.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

sábado, 3 de janeiro de 2009

BANDA SCORPIONS

Formação e início de carreira:

Na Alemanha Ocidental, em 1965, os irmãos e guitarristas Michael Schenker e Rudolf Schenker decidem montar uma banda com os amigos Klaus Meine (como vocalista), Lothar Heimberg (no baixo) e Wolfgang Dziony (na bateria).
Considera-se que, neste momento, surgia o hard rock e a primeira banda desse novo estilo musical, os Scorpions.
Após gravarem uma fita demo, conseguem lançar o primeiro álbum, Lonesome Crow, em 1972.
Apesar da boa repercussão da estréia, Lothar Heimberg e Wolfang Dziony resolvem deixar o grupo e pouco tempo depois, Michael Schenker torna-se guitarrista da banda londrina UFO.
Sozinhos, Rudolf e Klaus dão continuidade ao trabalho e rapidamente entram em contato com o guitarrista Ulrich Roth (mais conhecido como Uli Jon Roth), que por sua vez convida o baixista Francis Buchholz e o baterista Jürgen Rosenthal para completar o grupo.
Fazem algumas apresentações e assinam com a RCA, que lança o segundo disco Fly to the Rainbow, em 1974.
No ano seguinte, Rudy Lenners assume a bateria e o álbum In Trance faz sucesso em toda a Europa, dando início a uma turnê que consagrou o Scorpions como uma das melhores bandas de hard rock ao vivo.
A popularidade:

Em 1976, gravaram Virgin Killer que é um álbum clássico em sua carreira.
Lenners descobre que tem um problema no coração e sai da banda para se tratar e em seu lugar entra Herman Rarebell que foi indicado por Michael Schenker.
Em 1977 vão para o estúdio novamente e lançam o belíssimo álbum Taken By Force e em 1978 embarcam pela primeira vez para o Japão onde fizeram três grandes shows. Essa passagem pelo oriente ficou registrada no clássico álbum duplo ao vivo Tokyo Tapes que foi lançado no mesmo ano.
Formados em 1965, os Scorpions passaram os primeiros 18 anos da sua carreira sem conseguirem muito sucesso nos EUA, embora já fossem bastante populares na Europa e no Japão.
Foi em 1980, quando lançaram o álbum Animal Magnetism, que conquistaram de vez os fãs americanos. Chegaram a ficar entre os 10 melhores do mundo com seu décimo álbum, Love at First Sting e a balada Still Loving You.
No início da década de 1990, tiveram êxito com o álbum Crazy World e a música Wind of Change, inspirado nas mudanças político-sociais ocorridas no Leste Europeu e também no fim da Guerra Fria.

Foi o primeiro grupo ocidental a tocar na Rússia após a extinção da União Soviética e, em 21 de julho de 1990 foram convidados a participar no espetáculo de Roger Waters, The Wall in Berlin, juntamente com outros convidados como Van Morrison e Bryan Adams.
Sucesso comercial:

De volta à Alemanha Ocidental, mais uma baixa no Scorpions: Uli Jon Roth anuncia a sua saída para montar um novo projeto batizado de Electric Sun, entrando em seu lugar Matthias Jabs.
O grupo grava uma seqüência de discos que mantiveram seu nome entre os maiores da época: Lovedrive (1979), Animal Magnetism (1980) e Blackout (1982).
Em maio de 1983 a banda foi convidada para atuar no US Festival em California juntamente com os Quiet Riot, Judas Priest, Van Halen, Triumph e Ozzy Osbourne.

Porém, seria o próximo trabalho Love at First Sting, de 1984, que conquistaria uma quantia considerável de fãs com os hits Rock You Like a Hurricane, Big City Nights e a balada Still Loving You.
O disco ao vivo World Wide Live sai no ano seguinte e o grupo fica quatro anos sem lançar material inédito.

Em janeiro de 1985 os Scorpions se apresentaram na primeira edição do festival Rock in Rio, ao lado de outras bandas como AC/DC, Iron Maiden, Queen, Whitesnake, Yes e Ozzy Osbourne.
Somente em 1988, O álbum Savage Amusement chegou às lojas e também foi muito bem recebido.
A coletânea Best of Rockers and Ballads foi lançada em 1989 e em 1990 foi a vez do álbum mais bem sucedido da carreira dos Scorpions ser lançado.
Crazy World, trazia a música "Wind of Change", que se tornou o maior sucesso da banda.
Além de Wind of Change, Crazy World trazia "Tease me, Please me", "Don't Believe Her", "Send Me An Angel" e "Hit Between the Eyes" que virou tema do filme "Freejack" estrelado pelo cantor Mick Jagger.
Dias atuais: (1992-presente)

Em 1992, sofrem uma baixa inesperada: Francis Buchholz resolve sair da banda e é substituído por Ralph Rieckermann, músico de conservatório e que também fazia trilhas sonoras de filmes.
Em 1993 lançam o álbum Face the Heat, que trazia a canção "Under the Same Sun" como o seu principal sucesso.
O terceiro álbum ao vivo da carreira, Live Bites, sai em 1995 e Pure Instinct é lançado em 1996, tendo Curt Cress como baterista.
Herman Rarebell decide deixar a banda e abrir uma gravadora em Monte Carlo, chamada Monaco Records, com apoio do príncipe Albert de Mônaco. James Kottak torna-se o novo baterista dos Scorpions.
Gravam um álbum experimental chamado Eye to Eye em 1999 e resolvem explorar outros caminhos.
O próximo passo dos Scorpions foi bem aceito pelos fãs e pela crítica por se tratar de algo totalmente inédito: a gravação de um álbum com a Orquestra Filarmônica de Berlim, a mais importante do mundo.
Intitulado de Moment of Glory e lançado em 2000, esse álbum traz faixas como "Still Loving You", "Hurricane 2000" (uma nova versão de Rock You Like a Hurricane), entre outras, com novos arranjos orquestrados e que renderam o DVD Moment of Glory, gravado ao vivo em Hannover, na Alemanha.
A criação dos arranjos e a regência da orquestra ficou a cargo do austríaco Christian Kolonovitz, que fez um excelente trabalho.
Em 2001, Christian Kolonovitz repete a dose e rearranja outras canções para o projeto intitulado Acoustica.
As apresentações acústicas, registradas no Convento do Beato, em Portugal, fizeram tanto sucesso quanto o trabalho anterior com a orquestra.
Tiveram ainda o reforço de alguns músicos contratados, como o percussionista chileno Mario Argandona, para que as versões mais intimistas, executadas apenas com violão, soassem melhor. Entre os músicos de apoio, ainda havia a violoncelista romena Ariana Arcu; Johan Daansen, no terceiro violão; Hille Bemelmans, Liv Van Aelst e Kristel Van Craen, nos vocais de apoio; além do próprio Christian Kolonovitz, no piano e órgão Hammond.
Em 2004, lançam o álbum Unbreakable, que era aguardado com grande expectativa pelos fãs, pois havia 5 anos desde Eye to Eye que um álbum contendo canções inéditas não era lançado. O trabalho foi bem recebido pelos fãs.
Com o álbum Unbreakable também foi apresentado o novo baixista da banda: o polonês Paweł Mąciwoda, que substituiu Ralph Rieckermann, que deixou a banda pouco antes das gravações de Unbreakable e deu sequência ao seu trabalho de trilhas sonoras de filmes.
A banda incluiu o Brasil na turnê Unbreakable e fizeram três shows no país em 2005.
Os músicos apresentaram sucessos como Wind of Change, Rock You Like a Hurricane e New Generation, sendo esta última sua música de trabalho na turnê.
O álbum mais recente Humanity: Hour I foi lançado na 2ª quinzena de Maio de 2007.

sábado, 20 de dezembro de 2008

ORAÇÃO DO ROCK

SANTA CEIA DO ROCK

ORAÇÃO DO ROCK:

Rock nosso que estais na veia

Muito escutado seja o vosso som...

Venha a nós o Riff inteiro

Seja feito barulho a vontade

Assim em casa como nos shows

Música boa de cada dia nos dai hoje

Perdoai nossas loucuras

Assim como nós perdoamos

Os pagodeiros e os sertanejos com aquelas músicas horríveis

Não nos deixeis ir no pagode

E livrai-nos do Axé

Amém...

NOVA BANDA: OS DEMÔNIOS DO MERCOSUL

CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL


Creedence Clearwater Revival foi uma banda de rock americana formada por John Fogerty (guitarra e vocais principais), Tom Fogerty (guitarra), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria), que, sob outras denominações, tocavam juntos desde 1959.
Adotaram o nome Creedence Clearwater Revival em 1967, com o qual lançaram as primeiras gravações em 1968.
O nome C.C.R. surgiu pela junção do nome de um amigo do Tom Fogerty chamado "Creedence Nubal" e por um comercial de cerveja "Clearwater".
Já naquele ano obtiveram disco de ouro com o álbum Creedence Clearwater Revival.
Ao longo da carreira, entre singles e álbuns, conquistaram nove discos de ouro e sete discos de platina.
Separaram-se em julho de 1972.
John Fogerty foi quem teve mais êxito na carreira solo.
Seu irmão Tom faleceu em 6 de setembro de 1990.
Recentemente, Stu Cook e Doug Clifford formaram o genérico Creedence Clearwater Revisited, e passaram a excursionar pelo mundo, tocando antigos sucessos da banda original.