quarta-feira, 4 de novembro de 2009

CRASH TEST - Comparativo carro antigo x carro atual


Crash Test
Between 2009 Chevrolet Malibu x 1959 Bel Air

(Veja primeiro o video , depois as fotos)



(Clique no Play)

Da próxima vez que você ouvir aquela frase: "Os carros de antigamente é que eram resistentes, lata grossa..., os de hoje são muito mais fraquinhos....", lembre-se desse vídeo.












quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Mulher no volante

Incrível o que essa motorista fez...

Não sei nem o que dizer disso...

Assistam e tirem suas conclusões...

(Clique no Play)

sábado, 3 de outubro de 2009

Novo tipo de "Cerol"

Com mais de 40 mil amantes da arte de soltar pipa, o Rio de Janeiro engrossa uma perigosa estatística. Homens com mais de 30 anos estão deixando de usar o tradicional cerol – a base de cola de madeira com vidro – para usar a “linha chilena”.


A técnica, que usa quartzo moído e óxido de alumínio, preocupa autoridades.

O produto importado facilmente pela internet corta quatro vezes mais do que a linha nacional. Os rolos são medidos em jardas e custam de R$8 a R$125 em lojas do subúrbio.

O menor tem 500 jardas, o equivalente a 457 metros e o maior 12 mil jardas, 10.968 metros.

Para tentar evitar a proliferação de lojas que revendem as linhas e proteger principalmente os motoqueiros, o deputado Dionísio Lins (PP) entrou com pedido junto à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na terça-feira (22), solicitando que o projeto de lei que proíbe a “linha chilena” seja votado em regime de urgência.

De acordo com o deputado, após aprovação, o projeto entra na pauta de votação da Alerj em 10 dias. “Ele determina a proibição dessa linha.

Ela é tão perigosa que não perde a propriedade de corte mesmo quando molhada pela chuva”, explica Lins.

O projeto de lei também determina que o comerciante flagrado vendendo o produto pague multas de mil Ufirs.

O valor pode ser acrescido 50 vezes em caso de reincidência.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Caminhões, Ônibus e Vans terão "caixa preta"

Obrigatório há mais de 20 anos, o cronotacógrafo é uma espécia de "caixa preta" de caminhões, ônibus e vans. O aparelho fica embaixo do volante e guarda até a quantidade de freadas. Mas só agora o equipamento vai ser testado e certificado pelo Inmetro.


Ao todo, 270 oficinas mecânicas, no país, foram credenciadas pelo Instituto de Metrologia para instalar o aparelho que depois ganha um selo de qualidade e um lacre. A inspeção é obrigatória em veículos de carga perigosa, transporte de estudantes, de passageiros e caminhões com peso bruto acima de 4,5 mil kg.

Aprovado no teste, o motorista recebe um certificado. O documento vale dois anos e vai ser exigido nas fiscalizações de trânsito e na hora de renovar a licença para trabalhar. Nos primeiros três meses, os motoristas não vão ser multados. Apenas vão receber informações sobre a nova lei.

A tendência é que as gravações no equipamento ajudem a diminuir e a explicar os acidentes nas estradas.

A uns dias atrás fui buscar um carro antigo em Londrina, e por se tratar de um carro fabricado em 1975, não andei a mais de 80km por hora.

No trecho entre Mandaguari e Maringá, logo após o pedágio, quando um veículo me ultrapassava a +ou- 110km por hora um caminhão veio numa velocidade assustadora fazendo com que o motorista que me ultrapassava voltasse rapidamente para a pista da direita.

Pude filmar o episódio...veja abaixo o vídeo:

(Clique no Play)

Alcindo!!!

sábado, 5 de setembro de 2009

Reboque de 1º mundo

Veja que prático é esse guincho...

leva o carro facinho, facinho, mesmo estando estacionado numa vaga bem apertada:




Inclusive, fica uma dica:

Seu carro tem tração dianteira??

Então sempre que estacionar, puxe o freio de mão.

Essa medida vai evitar que ele seja "levado" por um guincho suspendendo a frente dele.

E se for tração traseira, deixe a direção toda esterçada para um dos lados,

isso vai evitar que ele seja 'levado' suspendendo a traseira.

Alcindo!!!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Os perigos do Ar Condicionado do Automóvel.


Não ligue o Ar Condicionado mal entre no carro!


Abra as janelas assim que entrar no carro, sem ligar o Ar Condicionado.

De acordo com pesquisas, o painel de instrumentos, assentos, tubagens de refrigeração emitem Benzeno, uma toxina causadora de cancro (carcinogéneo- note o cheiro a plástico quente dentro do carro). Além de poder causar cancro, envenena os ossos,causa anemia e reduz os Glóbulos Brancos. A exposição prolongada causará Leucemia e aumenta o risco de cancro.


O nível interior aceitável de Benzeno é de 0,05 mg por cm2. Um carro estacionado no interior com as janelas fechadas contém 0,37- 0,74 mg de Benzeno. Se estacionado no exterior sob o Sol a uma temperatura superior a 16ºC, o nível de Benzeno ascenderá a 1,84-3,68 mg, 40 vezes superior ao nível aceitável... e as pessoas dentro do carro inevitavelmente inalarão uma quantidade excessiva de toxinas.


Recomenda-se que abra os vidros e porta para sair o ar quente interior antes que entre no carro. O Benzeno é uma toxina que afecta os Rins e Fígado e um material tóxico muito difícil de ser expelido pelo organismo.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Carro Anfíbio

Anda no asfalto e anda na água,
com a maior facilidade:

Excelente para as cidades que enfrentam enchentes durante as chuvas...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

20 ANOS SEM RAUL


Mesmo após 20 anos de sua morte, completados nesta sexta-feira (21), Raul Seixas ainda consegue vender discos e ser lembrado pela cultura de um país sem memória, onde inúmeros artistas já passaram e se foram, caindo no ostracismo e em total esquecimento.
O segredo da imortalidade pode estar na irreverência e na imagem de rebeldia, cultivada em uma época em que ser rebelde era sinônimo de perigo para os bons costumes da sociedade brasileira. Ou então no legado musical deixado pelo compositor e intérprete que até hoje reúne diferentes gerações que gritam, em uníssono, o famoso "Toca Raul!" – frase que ficou tão célebre quando seu próprio personagem.

"Raul foi o cara que soube como ninguém misturar o rock com a música brasileira, sempre contestando, filosofando, enlouquecendo. Ninguém mais soube fazer isso", diz Sylvio Passos, fundador do Raul Rock Club (fã clube oficial dedicado à memória ao cantor).

Quem sabe bem que nenhuma outra pessoa igualava Raul Seixas naquilo que ele fazia de melhor é Roberto Seixas. Não, ele não é nenhum parente do homem, mas, a identificação é tanta, que Roberto adotou o sobrenome do ídolo.
Raul entrou em sua vida de forma bem curiosa. O primeiro contato, em 1972, foi por meio de um programa de rádio, onde tocava "Let me Sing, Let me Sing", que mesclava rock com baião. "Achei aquilo horrível, desliguei o rádio na hora", conta Roberto.
Uma nova chance, e Raul conquistou de vez um espaço na vida do rapaz que, lá pelos idos dos anos 1980, assistia encantado à uma performance do cantor no programa "Globo de Ouro", da TV Globo. A identificação foi instantânea. Naquele momento, Roberto se deu conta de qual era a missão de sua vida: ser cover de Raul. "Era uma coisa que eu tinha que fazer", diz. O ano era 1987, e desde então, o fã encarnou o ídolo, virou artista cover renomado e chegou a receber elogios do original.

Atingir diversas faixas etárias em diferentes poderes aquisitivos é para poucos, o que se torna ainda mais difícil depois de 20 anos de ausência. Roberto atribui a imortalidade do ídolo a sua atemporalidade nos assuntos abordados pela música do "Maluco Beleza", e da compreensão do Raul contestador que levam muitos fãs a se identificarem com a lenda.
"Não encontro aquela atitude nos músicos de hoje. Alguns até tentam, mas não são Raul. Em partes, isso é ruim, porque quem imita acaba perdendo a identidade", afirma Sylvio.

Legado

Raul foi embora cedo, aos 44 anos, mas deixou um vasto legado que até hoje é revivido. O músico teve uma vida intensa. Foram cinco casamentos, deixando três herdeiros e uma vasta produção musical; até discos póstumos foram lançados após sua morte, em 21 de agosto de 1989, por pancreatite aguda causada pelos seus abusos com a bebida.


A figura emblemática de Raul não estava apenas na imagem anarquista, suas polêmicas com seitas religiosas e declarações ousadas, mas também no símbolo de um ser humano que se preocupava com o andamento do mundo e as injustiças que eram escancaradas na cara da sociedade, que se calava diante de tanta repressão.

Fonte: MSN Entretenimento