Recebi esse texto do amigo Pegoraro de Cornélio Procópio:
O termo motociclista, genericamente se enquadra a todos que andam de moto, mas como não conseguimos perder a mania de rotular, acabamos chamando-os de Motoqueiros, Traieiros, Jaspions, Estradeiros, Harleiros, e outros rótulos, pejorativos ou não.
Quando na realidade o verdadeiro Motociclista nunca vê sua moto como um investimento, seja ela de qualquer modelo ou tamanho, vê como se fosse uma mulher/homem, por qual se apaixonou um dia.
Nada o impede de se apaixonar várias vezes, até que um dia ele descobre, que sua paixão não é " aquela moto" - É Andar de Moto.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Luvas a sua importância
As mãos estão sempre muito expostas quando andamos de moto. As diversas condições climáticas agem sobre elas de uma forma impiedosa, massacrando-as. Em caso de queda, não escapam ao abrasivo do asfalto.Por tudo isto, não devemos hesitar em deixar de usar um par de luvas. Elas agem como uma "segunda pele", evitando males maiores.

Certamente que não escapa à atenção de ninguém as espetaculares luvas que os grandes pilotos MotoGP utilizam. Contudo, o que é hoje uma realidade, nem sempre o foi! Os antecedentes das modernas luvas eram umas simples proteções em couro.Muitas quedas e alguns anos de evolução permitiram chegar aos atuais modelos. Hoje encontram-se nas lojas luvas de grande qualidade. Os fabricantes especializaram-se, e a contínua exigência dos utilizadores e pilotos em usar o melhor, levou a um aperfeiçoamento notório nos materiais empregados, formas de fabricação e diversidade de utilizações. Existem luvas de MX, Trial, pista, uso diário, inverno...Em todos os modelos procura-se conjugar o maior conforto possível, índices de tato nos comandos da moto, e proteção otimizada contra os efeitos abrasivos do asfalto e o choque.
Os materiais usados nas luvas dos tempos de hoje são os mais variados. O couro deu lugar a materiais sintéticos, resultado da profunda pesquisa feita pelos fabricantes. O grande objetivo é proteger eficazmente uma das zonas do corpo mais exposta a ferimentos em caso de queda ou acidente.As luvas de couro, são de maioria de procedência bovina, são umas das mais generalizadas graças ao bom tato que proporcionam, permitirem uma transpiração otimizada e serem relativamente resistentes ao efeito abrasivo. Em alguns casos é usada a pele de canguru, proporcionando luvas mais leves, maleáveis e resistentes.O Kevlar é muito resistente. É colocado nas luvas, nas zonas da mão mais expostas em caso de queda, nomeadamente a palma da mão e a parte superior das falanges.O carbono é excelente em termos de propriedades anti-choque, graças à sua elevadíssima resistência e mínimo peso. Em forma de pequenas capas, é colocado nas luvas nos dedos e na zona dorsal do túnel carpiano.
A espuma anti-choque compreende desde uma simples borracha até às espumas absorventes brandas e elásticas, que endurecem subitamente ao sofrer um impacto. Instalam-se em zonas de máxima exigência protetora e por debaixo da fibra de carbono.

Certamente que não escapa à atenção de ninguém as espetaculares luvas que os grandes pilotos MotoGP utilizam. Contudo, o que é hoje uma realidade, nem sempre o foi! Os antecedentes das modernas luvas eram umas simples proteções em couro.Muitas quedas e alguns anos de evolução permitiram chegar aos atuais modelos. Hoje encontram-se nas lojas luvas de grande qualidade. Os fabricantes especializaram-se, e a contínua exigência dos utilizadores e pilotos em usar o melhor, levou a um aperfeiçoamento notório nos materiais empregados, formas de fabricação e diversidade de utilizações. Existem luvas de MX, Trial, pista, uso diário, inverno...Em todos os modelos procura-se conjugar o maior conforto possível, índices de tato nos comandos da moto, e proteção otimizada contra os efeitos abrasivos do asfalto e o choque.

Os materiais usados nas luvas dos tempos de hoje são os mais variados. O couro deu lugar a materiais sintéticos, resultado da profunda pesquisa feita pelos fabricantes. O grande objetivo é proteger eficazmente uma das zonas do corpo mais exposta a ferimentos em caso de queda ou acidente.As luvas de couro, são de maioria de procedência bovina, são umas das mais generalizadas graças ao bom tato que proporcionam, permitirem uma transpiração otimizada e serem relativamente resistentes ao efeito abrasivo. Em alguns casos é usada a pele de canguru, proporcionando luvas mais leves, maleáveis e resistentes.O Kevlar é muito resistente. É colocado nas luvas, nas zonas da mão mais expostas em caso de queda, nomeadamente a palma da mão e a parte superior das falanges.O carbono é excelente em termos de propriedades anti-choque, graças à sua elevadíssima resistência e mínimo peso. Em forma de pequenas capas, é colocado nas luvas nos dedos e na zona dorsal do túnel carpiano.

A espuma anti-choque compreende desde uma simples borracha até às espumas absorventes brandas e elásticas, que endurecem subitamente ao sofrer um impacto. Instalam-se em zonas de máxima exigência protetora e por debaixo da fibra de carbono.
A cordura - tecido de compostura sintética - é resistente, ligeira, impermeável e bastante delgada, permitindo uma aplicação muito fácil, aceitando por debaixo dela o uso de material isolador necessário contra o frio. Este material utiliza-se sobretudo em luvas de inverno e luvas com utilização mista.
O Thinsulate, um material isolador muito leve e fino, generalizou-se na aplicação em luvas devido às suas características protetoras contra o frio, sendo aplicado em praticamente todo o tipo de luvas.
Outros materiais generalizados são o Nylon, a Lycra, o Polyester e o forro polar.
As luvas exigem uma manutenção específica. Aquelas que são fabricadas em materiais sintéticos devem de lavar-se com detergente próprio a uma temperatura que não ultrapasse os 30º.
Devem secar-se com a zona do antebraço virada do avesso.
Não devem de ser "espremidas", escorridas, ou secadas com uma fonte de calor forte, uma vez que as membranas impermeáveis podem deteriorar-se.Existem produtos próprios para aplicar nas luvas recomendados pelos fabricantes de modo a manter a superfície das mesmas em boas condições.
No caso de luvas esportivas, não lavá-las com sabão nem aplicar-lhes calor se apanharem água. Antes de estarem completamente secas, devem ser colocadas na mão para que recuperem a forma.
Uma vez secas - luvas esportivas - há que aplicar um creme especial comercializado pela indústria auxiliar e pelos próprios fabricantes de luvas, limpando-as e devolvendo-as ao seu estado original.
Cuidado com luvas vendidas por aí, existem muitas de má qualidade, as melhores são as importadas.
Fonte: Rock Riders
terça-feira, 28 de outubro de 2008
As cinquentinhas estão de volta
As cinquentinhas estão de volta
A escolha certa para quem quer trocar o ônibus ou a bicicleta por um veículo próprio
Elas não passam de 50km por hora. São leves, práticas e ganham cada vez mais espaço nas ruas da cidade. As chamadas cinquentinhas conquistam os consumidores pelo preço acessível, baixo consumo de combustível e facilidade de andar no trânsito do Recife. Custam a partir de R$ 2.790 e boa parte das revendas ainda facilita com parcelas, financiamentos ou consórcio.
Na marca chinesa Traxx, o modelo Star 50 é o carro-chefe. Com um design simples, porém mais completa, a moto é leve, possui câmbio de quatro velocidades e embreagem semi-automática. Esse modelo possui dispenser dianteiro (porta-objetos), painel e partida elétrica. "A proposta dessa moto é oferecer um produto eficiente com preço popular para as pessoas que nunca tiveram veículo e antes andavam de ônibus ou bicicleta", afirma o gerente da Prática Motos, Simério Alberto. A economia é o principal apelo da Star 50, que faz até 60 quilômetros com apenas um litro de gasolina, segundo a Traxx.
O modelo XY 50Q da Shineray segue a mesma linha. Essa cinquentinha conta com bagageiro central e câmbio de quatro marchas. A ignição CDI e o indicador digital de marchas completam a moto. Mesmo simples, esse veículo de duas rodas satisfaz as necessidades básicas de um motorista como o auxiliar financeiro Eduardo José da Silva. Inicialmente, ele comprou a moto para a esposa Eliane, mas, com medo, ela não conseguiu usar. Eduardo, então, passou a utilizá-la mais no dia-a-dia, para ir de casa para o trabalho e para a faculdade. "Estou satisfeito com esse modelo, pois é econômica e prática no trânsito daqui", fala.
Quanto a regulamentação, o uso do capacete é indispensável para garantir a segurança. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informa que para transitar nas vias, em Pernambuco, a moto deve ser licenciada anualmente pelo órgão executivo de trânsito do Estado (Detran/PE), com documentação semelhante aos demais veículos.
Infelizmente as concessionárias repassam que não é necessário o emplacamento. No Código de Trânsito Brasileiro consta que todo veículo automotor, elétrico, articulado, reboque ou semi-reboque deve ser registrado. Segundo os lojistas, o artigo não é claro, pois, os modelos de 50cc são ciclomotores a combustão e não se encaixam nessa solicitação.
Elas não passam de 50km por hora. São leves, práticas e ganham cada vez mais espaço nas ruas da cidade. As chamadas cinquentinhas conquistam os consumidores pelo preço acessível, baixo consumo de combustível e facilidade de andar no trânsito do Recife. Custam a partir de R$ 2.790 e boa parte das revendas ainda facilita com parcelas, financiamentos ou consórcio.
Na marca chinesa Traxx, o modelo Star 50 é o carro-chefe. Com um design simples, porém mais completa, a moto é leve, possui câmbio de quatro velocidades e embreagem semi-automática. Esse modelo possui dispenser dianteiro (porta-objetos), painel e partida elétrica. "A proposta dessa moto é oferecer um produto eficiente com preço popular para as pessoas que nunca tiveram veículo e antes andavam de ônibus ou bicicleta", afirma o gerente da Prática Motos, Simério Alberto. A economia é o principal apelo da Star 50, que faz até 60 quilômetros com apenas um litro de gasolina, segundo a Traxx.
O modelo XY 50Q da Shineray segue a mesma linha. Essa cinquentinha conta com bagageiro central e câmbio de quatro marchas. A ignição CDI e o indicador digital de marchas completam a moto. Mesmo simples, esse veículo de duas rodas satisfaz as necessidades básicas de um motorista como o auxiliar financeiro Eduardo José da Silva. Inicialmente, ele comprou a moto para a esposa Eliane, mas, com medo, ela não conseguiu usar. Eduardo, então, passou a utilizá-la mais no dia-a-dia, para ir de casa para o trabalho e para a faculdade. "Estou satisfeito com esse modelo, pois é econômica e prática no trânsito daqui", fala.
Quanto a regulamentação, o uso do capacete é indispensável para garantir a segurança. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informa que para transitar nas vias, em Pernambuco, a moto deve ser licenciada anualmente pelo órgão executivo de trânsito do Estado (Detran/PE), com documentação semelhante aos demais veículos.
Infelizmente as concessionárias repassam que não é necessário o emplacamento. No Código de Trânsito Brasileiro consta que todo veículo automotor, elétrico, articulado, reboque ou semi-reboque deve ser registrado. Segundo os lojistas, o artigo não é claro, pois, os modelos de 50cc são ciclomotores a combustão e não se encaixam nessa solicitação.
Casal Eliane e Eduardo José da Silva satisfeito com a economia da motoca
Fonte: Diario de Pernambuco - Caderno Carro & Moto
Airbag da Honda Gold Wing
O airbag da Honda Gold Wing é em formato de “V” quando aberto.

Assim consegue segurar o piloto, evitando que ele seja jogado para frente após o impacto.
Um sistema chamado de Unidade de Controle Eletrônico monitora os dados recebidos dos sensores de desaceleração para compará-los com o comportamento padrão da motocicleta.
Em caso de batida, esse sistema determina a necessidade de abrir o airbag.
Um prendedor fixa esse dispositivo de segurança junto à motocicleta, para que o equipamento não se desloque para frente.

Assim consegue segurar o piloto, evitando que ele seja jogado para frente após o impacto.
Um sistema chamado de Unidade de Controle Eletrônico monitora os dados recebidos dos sensores de desaceleração para compará-los com o comportamento padrão da motocicleta.
Em caso de batida, esse sistema determina a necessidade de abrir o airbag.
Um prendedor fixa esse dispositivo de segurança junto à motocicleta, para que o equipamento não se desloque para frente.
Honda Apresenta Sistema de Segurança Contra Colisões
A Honda apresentou o sistema de comunicação automática de veículo para veículo (V2V) para o "Car 2 Car", Consórcio de Comunicações em Dudenhofen, na Alemanha.

O sistema da Honda é projetado para alertar o piloto de uma moto ou o motorista de um carro sobre erros de percepção de distância e velocidade, ou mesmo um momento de desatenção, que possa resultar em uma colisão.
O sistema baseia-se na tecnologia GPS e prevê a troca constante de informações de localização entre veículos de tal forma que, se o sistema calcular que há uma proximidade muito grande entre veículos ou uma rota de colisão, uma luz e sinal sonoro serão acionados acima do painel de instrumentos da moto avisando o condutor.
Segundo o instituto de Estudo Aprofundado de Acidentes de Motocicletas da Europa, 35% dos casos de acidente com motos se dão por colisão com carros. Este estudo ainda constatou que 88% dos acidentes tem o erro humano como causa por falha de percepção, não ter visto o outro veículo, falha de compreensão, viu outro objeto, mas não o identificou como outro veículo, e falha de decisão, viu o outro veículo, mas não soube ou não conseguiu agir a tempo.
O sistema é capaz de apoiar o piloto de moto mesmo em condições em que a percepção humana pode não ser suficiente, como em situações de chuva, pesada neblina, pouca iluminação e em cruzamentos nos quais não se tem visibilidade do veículo que vem em sentido perpendicular.
A sinalização dada pelo sistema da Honda não interfere no ato de dirigir e é resultado de pesquisas da fábrica japonesa de mais de uma década.
O aviso sonoro para o motociclista é dado por um link Bluetooth entre a moto e o capacete. Nos carros, os motoristas recebem estas informações de alerta por meio dos navegadores GPS.

O sistema da Honda é projetado para alertar o piloto de uma moto ou o motorista de um carro sobre erros de percepção de distância e velocidade, ou mesmo um momento de desatenção, que possa resultar em uma colisão.
O sistema baseia-se na tecnologia GPS e prevê a troca constante de informações de localização entre veículos de tal forma que, se o sistema calcular que há uma proximidade muito grande entre veículos ou uma rota de colisão, uma luz e sinal sonoro serão acionados acima do painel de instrumentos da moto avisando o condutor.
Segundo o instituto de Estudo Aprofundado de Acidentes de Motocicletas da Europa, 35% dos casos de acidente com motos se dão por colisão com carros. Este estudo ainda constatou que 88% dos acidentes tem o erro humano como causa por falha de percepção, não ter visto o outro veículo, falha de compreensão, viu outro objeto, mas não o identificou como outro veículo, e falha de decisão, viu o outro veículo, mas não soube ou não conseguiu agir a tempo.
O sistema é capaz de apoiar o piloto de moto mesmo em condições em que a percepção humana pode não ser suficiente, como em situações de chuva, pesada neblina, pouca iluminação e em cruzamentos nos quais não se tem visibilidade do veículo que vem em sentido perpendicular.
A sinalização dada pelo sistema da Honda não interfere no ato de dirigir e é resultado de pesquisas da fábrica japonesa de mais de uma década.
O aviso sonoro para o motociclista é dado por um link Bluetooth entre a moto e o capacete. Nos carros, os motoristas recebem estas informações de alerta por meio dos navegadores GPS.
Suzuki apresenta a V-Strom 650

Suzuki apresenta a V-Strom 650
Confirmando os rumores da mídia nacional, a Suzuki apresentou, no Salão da Motocicleta, em São Paulo, a aguardada versão de 650 cilindradas da DL V-Strom.
A irmã menor da on/off-road de 1000cc chega ao mercado nacional para concorrer com máquinas como a Yamaha XT 660 e as BMW F 650 GS, G 650 Xmoto e Xcountry.
Para esta briga, o ágil modelo japonês apresenta um motor de 645 cm³ bicilíndrico em “V” de 90 graus, com injeção eletrônica, quatro válvulas por cilindro e refrigeração líquida, capaz de fornecer 67 cv a 8.800 rpm.
O visual da V-Strom 650 traz muitas semelhanças de sua parente de alta cilindrada, mas com novidades como o pára-brisa regulável em até 50 mm e o banco mais baixo, a 820 mm do solo.
A suspensão é do tipo telescópica convencional na dianteira e mono-choque na traseira. O freio dianteiro tem duplo disco com 310 mm de diâmetro, enquanto o traseiro dispõe de disco simples de 260 mm. O sistema ABS é opcional.
O modelo conta ainda com quadro em alumínio, câmbio de seis velocidades e tanque de combustível para 22 litros. O preço da nova V-Strom ainda não foi revelado. As vendas terão início em janeiro de 2009.
sábado, 25 de outubro de 2008
Rubinho é alvo de piadas no Orkut

Rubinho é alvo de piadas no Orkut
Vencedor de nove Grandes Prêmios, vice-campeão mundial em 2004 pela Ferrari e piloto que mais disputou provas na história da Fórmula 1. Este é o currículo do brasileiro Rubens Barrichello, que chegou à F-1 em 1993 e durante mais de uma década carregou nos ombros a responsabilidade de substituir o tricampeão Ayrton Senna no coração dos torcedores brasileiros.
Resultados? Crítica sobre crítica e alvo constante de chacotas e piadinhas. Às vésperas de disputar mais um Grande Prêmio do Brasil (ele nunca venceu em casa), Rubinho virou alvo de usuários do Orkut essa semana, com a criação da comunidade "Rubinho, bata no Hamilton!".
A idéia é que ele dê uma mãozinha para que o compatriota Felipe Massa conquiste o título da temporada. "Ele que tantas vezes ajudou um alemão a vencer e ser campeão, está na hora de ajudar um compatriota. Vamos nos unir e brigar por esta campanha", diz o texto.
Fazendo uma pesquisa rápida pelo Orkut, fica claro que a rejeição ao piloto é muito maior que a aceitação. A comunidade "Dirijo melhor que o Barrichello" tem 23.962 membros, enquanto a "Eu torço para o Rubinho" possui apenas 494. As piadinhas continuam em comunidades como "Rubinho pilota o Orkut", alegando que ele é a explicação para o site dar tanta pane, "Aposenta Rubinho", entre outras.
Assinar:
Postagens (Atom)



