segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Companheirismo entre os grupos de Motociclistas.

O motociclismo congrega pessoas de vários ramos de atividade que têm os mesmos objetivos: desfrutar a sensação de liberdade que a estrada oferece.
"É uma sensação maravilhosa sentir o vento no rosto", é o que dizem os condutores de veículos de duas e três rodas.

Alguns ainda associam o motociclismo com o rock'n roll que acreditam ser uma "vitamina ou energético".

Outros afirmam que essa é uma falsa impressão, pois muitos ainda têm em mente o motociclista dos anos 70, americanizado.

Outros vêem o motociclista como pessoa que tem um estilo de vida "descolada": A pessoa se veste diferente, por exemplo, com roupa de couro, que se explica até mesmo pela proteção que este tipo de material dá.

Além de proteger das condições climáticas, o couro produz visual específico, pelo qual os próprios motociclistas se identificam e gostam.

Por causa desse estilo fora do comum, no lugar em que chegam, eles viram o centro das atenções.

Além da sensação de liberdade, os motocilistas aumentam o círculo de amizades e aproveitam a companhia dos amigos.


PALADINOS (CURITIBA):


O companheirismo está também bastante inserido nos grupos de motociclismo.

Os membros se consideram não apenas integrantes de um determinado grupo, mas parte de uma mesma família.Por isso, eles costumam dividir os problemas e alegrias uns dos outros, realmente como uma família.

"Nos queremos bem, somos uma família; quando acontece algum problema com um integrante todos procuram meios para resolvê-lo da melhor forma possível", conta Cesar M.Vicente, membro do grupo Paladinos.

Cesar Mendes Vicente, gosta do sentimento de liberdade.


Até mesmo por este perfil, no grupo Paladinos as famílias participam com frequência das atividades. O delegado chefe da Polícia Civil do Paraná, Jorge Azôr Pinto (54), membro do grupo Paladinos, diz que este lazer promove uma integração que reflete até mesmo no trabalho.

Delegado Chefe da Polícia Civil, Jorge Azor Pinto, é um dos fundadores do grupo


A paixão pela moto e triciclo dos integrantes dos grupos de motociclismo se tornou uma realização pessoal. A idéia dos grupos é abrir um pouco mais as portas para que seja dada uma continuidade pelos filhos e até mesmo pelos netos dos integrantes. "A renovação do grupo é muito importante", destaca Vicente. Mas para entrar no grupo dos Paladinos é necessário ser convidado por um dos integrantes, o qual será responsável por ele. A diretoria, representada por quatro pessoas avalia o perfil do candidato, que passará um tempo determinado com o grupo. "Somos rigorosos porque queremos preservar a unidade do grupo", explica Vicente.


Porém, como já diz o velho ditado, 'para toda regra existe uma exceção': O integrante do grupo dos Paladinos, padre Romildo Vieira, assessor da pastoral familiar da arquidiocese de Curitiba, foi convidado a fazer uma benção no jantar de confraternização do grupo em julho do ano passado. "Eu cheguei com a minha moto e ali mesmo já criamos um relacionamento bem legal, e então me convidaram a participar do grupo, conta o sacerdote.



Padre Romildo Vieira, entrou para os Paladinos depois de uma bênção em uma confraternização


Outra coisa interessante é que algumas máquinas são construídas especialmente para os motociclistas.

De acordo com o diretor geral do Detran/PR, coronel David Antonio Pancotti, entusiasta deste tipo de lazer e que possue um triciclo, o projeto dele e a montagem são complexos. Talvez seja por isso que não tenhamos tantos triciclos nas ruas.

"O processo é demorado porque primeiro tem-se que contratar um engenheiro para fazer o projeto, que depois deve ser aprovado pelos órgãos de trãnsito".

É necessário ainda, pagar todos os impostos relativos às peças, as taxas do conselho regional de Engenharia (CREA), como também se deve ter sempre em mãos as notas fiscais e documentos.

"Por último, é feito um credenciamento no Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) e somento depois de passar na inspeção veicular é que o triciclo pode ser utilizado", afirma Pancotti.

Pancotti: Diretor Geral do Detran em momento de lazer com seu triciclo.


CAVALEIROS DA ORDEM:




Aos poucos, alguns motociclistas começaram a se encontrar nas manhãs de domingo no Largo da Ordem em Curitiba para almoços e passeios.

Sem história, sem estatuto e sem compromisso é o lema dos Cavaleiros da Ordem.O nome do próprio local de encontro.

Iniciou-se com 10 pessoas há 4 anos. Hoje são cerca de 150 integrantes, inclusive motocilcistas do estado de São Paulo e Santa Catarina.

A maioria dos integrantes do grupo é de casais, mas que acaba envolvendo também toda a família: filhos e netos.

Fonte: Revista Detrânsito - Detran/PR

Mensagem de Ayrton Senna

video

Clique e assista mensagem de positivismo deixada por Ayrton Senna.

"Dedicação, Perseverança, e muito desejo de vitória, não apenas nas pistas, mas na vida"

"Sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá"

Ayrton Senna da Silva.

Vaga para deficientes terá sinalização padronizada

A reserva de 5% das vagas dos estacionamentos públicos para idosos e de 2% para deficientes físicos e o credenciamento dos beneficiados serão agora fiscalizados com mais facilidade. Isso será possível com a entrada em vigor de medida já referendada pelo Congresso Nacional, que estabeleceu prazo de um ano para a padronização das placas e a pintura da sinalização horizontal no asfalto.

As credenciais que serão fornecidas pelos Departamentos de Trânsito dos estados (Detrans) deverão ser colocadas no pára-brisa dos automóveis.
As vagas especiais, previstas no Estatuto do Idoso, foram estendidas aos portadores de necessidades especiais.
Também têm direito de estacionar o carro nas vagas especiais os motoristas que transportem esses usuários.
Aqueles que ocuparem as vagas indevidamente serão multados e poderão ter o veículo guinchado para o pátio dos Detrans, de acordo com regulamentação aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito.

Ao comentar a medida, o presidente do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Alfredo Peres da Silva, afirmou que isso significa que a sociedade reconheceu a necessidade de garantir o direito aos idosos e deficientes:
"É tão pouco dar esse gesto de civilidade a quem tem dificuldades de locomoção."

Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, Peres disse que os especialistas em trânsito gastam muito tempo para planejar a sinalização, na tentativa de criar modelos uniformes para que os condutores identifiquem com facilidade a sinalização.

Como exemplo, citou as faixas contínuas pintadas nas rodovias em locais onde é proibida a ultrapassagem. Esses trechos indicam que o motorista não pode ultrapassar veículos, porque não há visão do tráfego que vem em sentido contrário e, portanto, há risco de colisões e de ocorrência de mortes.
Ele informou que no feriado de Natal muitos casos de morte nas estradas foram provocados por ultrapassagem em trechos proibidos. Esse tipo de infração envolve 4% das multas nas estradas, significando 30% do número de mortes em acidentes.
Por isso, ele recomenda que os motoristas prestem mais atenção à sinalização horizontal, e não apenas às placas de trânsito.


Segundo o presidente do Contran, muitos municípios já estão em condições de implantar a nova sinalização, mas a maioria, tendo em vista a dimensão do território brasileiro, vai precisar de mais tempo para fazer licitações para o fornecimento de placas ou a pintura dos espaços destinados a idosos e deficientes.

O uso irregular de vagas nos espaços públicos implica multa de R$ 53 (com desconto, quando paga dentro de prazo fixado pelos Detrans) e registro de três pontos na carteira de motorista, além da remoção do veículo.

Os infratores arcarão também com os custos do reboque e da estadia do carro nos depósitos dos Detrans.

Agência Brasil.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Oração do Antigomobilista


Senhor,

Permita que eu encontre uma raridade automobilística cujo dono não tenha a menor idéia de seu valor, e que o pessoal lá do Clube não descubra onde ela está.
Indique-me o local, Senhor, por meio de um sussurro divino, enquanto eu estiver sonhando que fui premiado em um encontro de carros antigos.
Faça, Senhor, que seja possível eu encontrar uma oficina milagrosa, próxima da minha casa, com mecânicos honestos, competentes, que não percam peças nem usem a carroceria do meu carro como sala de recreação após o almoço.
Conceda-me, Senhor, a graça de que o custo dos reparos se enquadre em meu orçamento e, se não for pedir demais, que a oficina termine o automóvel antes de falir.
Finja, Senhor, que não percebe quando eu importar peças via Paraguai, sem pagar impostos. Garanto ao Senhor que isso não é desonesto; é apenas ilegal.
Isso se justifica, Senhor, pelo fato de o pessoal da Alfândega ter uma certa implicância com carros antigos.
Caso o Senhor volte à Terra, o que desejo firmemente que aconteça, não será mais necessário deslocar-se montado em um jerico, como ocorreu no passado.
Farei questão de conduzi-lo em meu carro.
Não é que eu não confie no Senhor para dirigi-lo, mas imagino que Sua carteira de motorista esteja vencida e teremos dificuldade de explicar isso ao DETRAN.
Além disso, a Bíblia diz que o Senhor bebeu umas taças de vinho em umas bodas lá em Canaã, o que poderá nos causar problemas com a turma do bafômetro, que não é muito religiosa.
Quando o carro ficar pronto, Senhor, prometo fazer uma carreata em Sua homenagem.
Aliás, Senhor, só para causar um pouco de inveja ao presidente do Clube, autorize que eu vá lá na frente, abrindo o cortejo.
Não é vingança, Senhor.
É que ele faz questão de buzinar seu Mustang conversível sempre que passa pela minha casa, o que me deixa deprimido.
Por último, Senhor, mas não menos importante, permita que minha mulher não saiba quanto gastei na restauração do carro.
Ela é uma boa pessoa, mas tem aquele pensamento mesquinho de que é melhor pagar o aluguel do que comprar dois pára-brisas.
Espero ter a satisfação de encontrá-lo no céu, Senhor, mas somente após a restauração do carro.
Amém!

Colaboração: Rubens Perlingeiro
A Oração do Antigomobilista Faz parte do conteúdo do Portal Maxicar de Veículos Antigos. WWW.MAXICAR.COM.BR.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Carros ficarão mais caros, porém, mais seguros.

Sob protestos de montadoras, começam a entrar em vigor, a partir do próximo ano, resoluções que tornam obrigatória a instalação de vários itens de segurança nos automóveis.

Quatro equipamentos - freio ABS, air bag, rastreador e terceira luz de freio (brake light) - vão encarecer os preços dos carros em quase R$ 4 mil.
Para executivos do setor automobilístico, a segurança é importante, mas cabe ao consumidor optar por ter ou não os sistemas em seus veículos.

Em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir a crise, o presidente da Fiat, Cledorvino Belini, demonstrou preocupação com iniciativas que vão encarecer a produção, como o projeto que torna obrigatório o rastreador.
A norma passa a vigorar em agosto.
Segundo o executivo, o item elevará os custos, por veículo, entre R$ 600 e R$ 800. Em janeiro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) deve aprovar a obrigatoriedade de todos os carros, inclusive os populares, de saírem de fábrica com ABS (sistema antibloqueio de frenagem) e air bag, bolsa inflável que evita o choque do corpo com o volante ou pára-brisa.


Bomba do freio antitravamento e válvulas
Hoje, como opcionais, os dois itens custam entre R$ 2,8 mil e R$ 3 mil.
A instalação será escalonada e cada empresa pode determinar os modelos que receberão os equipamentos primeiro.
A partir de janeiro de 2011, 20% dos veículos sairão de fábrica com ABS, porcentual que sobe para 40% em 2013 e 100% em 2014.
Para o air bag, a exigência começa em 15% dos carros em janeiro de 2012, vai para 30% em 2013 e para 100% no ano seguinte.
O escalonamento foi um pedido da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
A mesma norma será adotada para o rastreador, mas em prazo mais curto.

Em agosto de 2009 a exigência de air bag vale para 20% da produção total de automóveis e comerciais leves, porcentual que sobe para 40% em fevereiro de 2010 e 100% em agosto do mesmo ano. Esse item custa entre R$ 100 e R$ 200.

Maria Inês Dolci, coordenadora da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pró-Teste), critica a demora para a obrigatoriedade de instalação dos itens em todos os carros novos.
"O governo não deveria aceitar um prazo tão longo, pois muitas vidas poderiam ser preservadas", afirma Maria Inês.

A Pró-Teste defende que o governo reduza os impostos cobrados dos automóveis para incentivar a instalação de equipamentos de segurança. Montadoras foram procuradas, mas não comentaram o assunto.

Fonte: Agência Estado.




Perturbação do sossego não depende do horário.

A polícia prendeu na madrugada desta quinta-feira (25) 14 pessoas por perturbação de sossego em Guaratuba, Litoral do Paraná.

De acordo com a Polícia Militar, moradores e veranistas reclamaram da algazarra e do barulho causados por uma festa realizada num bairro residencial da cidade.
Ao chegar ao local, os policiais pediram que o volume do som fosse reduzido.
Minutos depois, outras reclamações informaram que o problema persistia.
A polícia voltou ao local, e novamente pediu para que o barulho diminuísse.
Ainda assim, a ordem foi descumprida assim que os policiais deixaram o local.
Após nova reclamação, a polícia voltou ao local da festa e prendeu em flagrante 14 rapazes por perturbação de sossego e desobediência.

"A contravenção penal de perturbação do sossego não depende do horário. Ao contrário do que muita gente pensa, não existe uma tolerância de horário para o barulho. Para que se configure a contravenção, basta haver uma reclamação de que o sossego alheio está sendo perturbado", explica o capitão o capitão da Polícia Militar Luiz Carlos Barros PM.

Fonte: Agência Estadual de Notícias.

Então, você aí que gosta de andar com sua pick-up lotada de alto-falantes na caçamba, trincando os vidros das janelas das casas durante o dia, lembre-se que "perturbação do sossego não depende de horário".

Outro dia eu experimentei ligar para o 190 e deu certo...vieram e fizeram o cidadão abaixar o volume do som do carro....e eram 18:00hs da tarde de sábado.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Estradas do Paraná em 23/12: Tempo bom e movimento intenso.

Curitiba:

Quem decidiu viajar ontem encontrou as rodovias de acesso ao litoral paranaense e de Santa Catarina (SC) com trânsito intenso, mas tranquilo, com muito sol e sem acidentes graves.

BR-277: No fim da tarde de ontem, a média de veículos na estrada era de 700 carros por hora no sentido Paranaguá e 590 no sentido Curitiba.

Movimento nas Estradas

Já é grande o movimento de veículos na maioria das estradas do Paraná, nesta terça-feira (23).

A porcentagem de carros nas rodovias é ainda maior rumo ao litoral.
O tempo segue bom e não há congestionamentos.
Segundo a assessoria de imprensa da Ecovia, 11 mil veículos devem circular pela BR-277, na descida às praias, somente hoje.
Até o momento, mais de 5 mil já fizeram o percurso.
A soma pode chagar a 70 mil veículos até o Natal e mais de 400 mil até o Ano Novo, ida e volta.

"Apesar do tráfego alto nesta tarde, com cerca de 700 carros por hora, não há ocorrências graves. Tudo tranqüilo", ressalta a assessoria da Ecovia.

A previsão é de que amanhã (24), véspera do Natal, o movimento cresça ainda mais.

"Estão previstos mais de mil carros por hora, entre 13h e 16 horas."


Norte:

Nesta terça-feira, mais de 115 mil veículos devem trafegar nos 480 quilômetros de rodovias administrados pela RodoNorte.
A previsão é de que o pico de tráfego seja verificado entre as 18 e as 19 horas, quando perto de 8 mil veículos devem estar circulando pelos trechos de rodovia que ligam Apucarana a Curitiba e Ponta Grossa a Jaguariaíva.
A assessoria da Econorte informa que houve aumento de 80% no tráfego de veículos no trecho que compreende as praças de Sertaneja, Jacarezinho e Jataizinho.

Fonte: Bonde News

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A diferença entre Motoclubismo e Motociclismo

Todo mundo já percebeu que, de um tempo para cá, o número de moto clubes brasileiros cresceu num volume inimaginável.
Os motivos disso vão desde o aumento na venda das motocicletas, pela facilidade, pela necessidade e até pelo prazer que as pessoas descobriram no motociclismo e motoclubismo.
Elas perceberam, ainda, a alegria das viagens e dos encontros com os motociclistas dos moto clubes em todos os lugares do Brasil.


Acontece entretanto, que até por desconhecimento pela falta de fontes oficiais de informação e até de literatura a respeito, os moto clubes surgiram sem nenhuma filosofia ou identidade próprias, o que contribuiu para que a expressão MC acabasse meio banalizada.

Neste momento é que surgiram os motoclubistas mais antigos que passaram a ensinar, de maneira tímida, como as coisas devem ser, muitas vezes de maneira pouco amistosa....
Muitos não sabem que apesar de a liberdade ser a maior bandeira do motociclismo, há basicamente duas coisas que garantem, sempre, a harmonia e o respeito entre todas as organizações: hierarquia e regras.

Todos hão de convir que, apesar da existência da apregoada liberdade, no motoclubismo não se pode tudo. Muita gente, e até alguns presidentes de MC's, não sabem que no nosso meio, as mulheres e as crianças são muito mais respeitadas que em outros lugares.

Os presidentes de moto clubes que têm história e ideologia verdadeiras e são sérios, não podem e não são tratados como motociclista s comuns; desconhecem ainda, que determinados assuntos não podem ser tratados em qualquer lugar; que bandeiras dos moto clubes não podem ser manuseadas por integrantes de outros moto clubes, sem a presença de pelo menos um membro do MC da bandeira, entre outras coisas.


Os valores e a boa conduta vão se perdendo na medida em que se criam pseudos moto clubes, até virtuais, que vendem seus brasões pela rede mundial de computadores, onde seus integrantes não se conhecem, não se encontram nunca, alguns nem motocicleta possuem, têm apenas um desenho costurado nos seus coletes, ás vezes nem isso, apenas camisetas estampadas e não estão sujeitos a nenhuma regra e pensam que podem tudo.
Desde acelerar em eventos, fazer acrobacias em qualquer lugar, entrar em restaurante de moto e tudo entre outras barbaridades.
Estes seres não são motoclubistas ou motociclistas, de forma alguma.

Apesar da liberdade que todos os motociclistas possuem, é fato que um MC de verdade, tem de ter regras internas próprias e severas para quem quer se associar a ele.

Todos têm que saber que um cargo de Diretor em um MC não é uma bobagem ou uma função para quem não tem o que fazer.
Diretoria de MC é coisa séria.
O integrante que se propõe a ser Diretor de um MC abre mão de muito tempo para se dedicar ao MC e fazê-lo ser respeitado e defender o interesse de todos.
Deixa de estar com sua família para liderar um grupo e mantê-lo unido e respeitando as regras básicas de convivência. Juridicamente, responde até criminalmente pela Diretoria do MC se algo der errado, encabeça campanhas internas de segurança e de conduta no trânsito e em grupo entre outras coisas.

Por todos estes motivos é que motoclubismo é diferente de motociclismo simplesmente.

Tá dito.

por Reinaldo de Carvalho Bueno

( www.jornalmotoclubenews.com.br )

Multa menor para moto com farol apagado de dia.

Brasília - A Comissão de Constituição e Justiça e de Redação da Câmara aprovou, por unanimidade, o parecer do deputado Paulo Magalhães (PFL-BA) ao Projeto de Lei 2628/00, que minimiza a penalidade para a condução de motocicleta, motoneta e ciclomotor com faróis apagados.

Pelo atual Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9503/97), dirigir com faróis apagados é considerado infração gravíssima, que corresponde à uma multa de 180 Ufir (R$ 191,53), anotação de sete pontos e a suspensão do direito de dirigir, com recolhimento da carteira de habilitação do motorista.

(Inclusive, as motos mais novas já saem de fábrica sem o botão liga e desliga do farol. O farol fica aceso constantemente).

O PL, de iniciativa do deputado Marcos Afonso (PT-AC), transforma a infração em média, que corresponde a uma multa de 80 Ufir (R$ 85,12).

JUSTIFICATIVA:

O autor da proposição defende que a infração pode ter sido cometida por motivações banais ou circunstâncias inesperadas como o simples esquecimento, pane elétrica momentânea ou descarga de bateria.

Afonso acredita ainda que, mesmo nos casos que indiquem omissão ou descuido do condutor, "a punição é dura demais, uma vez que o veículo de duas rodas é para muitos trabalhadores desse País um instrumento de trabalho e, por conseguinte, de sustento da família", diz o deputado.

A matéria será agora apreciada pelo Senado.

Fonte: Agência Senado.

Serviço:
Esse site oferece diversos tipos de recursos, para diversos tipos de multas:
http://www.multacar.com.br/recurso_multa.asp

Mais uma moto na "coleção" de Brad Pitt

Crise americana faz até os astros e estrelas economizarem na hora de presentear:

Monster 1100S

No dia 18 de dezembro, o ator Brad Pitt completou 45 anos de idade.
O galã é apaixonado por motocicletas...
Sabendo disso, sua esposa Angelina Jolie presenteou o astro de Hollywood em seu aniversário com uma Ducati Monster 1100S, encomendada por ela na Itália.
Ano passado (2007), Pitt ganhou da esposa uma Harley-Davidson customizada que valia a bagatela de US$ 100 000. A motocicleta americana tinha como tema o falecido Jeff Buckley, o cantor favorito de Pitt.

A máquina atual custou cerca de US$ 12 000, muito mais barata do que a do ano passado.
Mesmo assim, a musa de "Tomb Raider" prova que além de bonita e sensual, tem bom gosto para presentear....vocês não acham??
Alcindo.

Pedágio em Jacarezinho volta a ser cobrado

A Concessionária Econorte conseguiu reverter decisão que suspendia cobrança de pedágio na praça instalada na BR-369, em Jacarezinho, no Norte Pioneiro.

Recurso apresentado junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) foi acatado nesta segunda-feira (22) pelo ministro Gilmar Mendes.

Na peça, a Econorte alegou que a decisão anterior afetava 'equilíbrio econômico-financeiro' da companhia e 'devolvia ao estado a administração de trechos rodoviários'.

A suspensão de liminar reverte decisão da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal, em Porto Alegre, de outubro.

Desde o dia 24 daquele mês, a Econorte foi obrigada a abrir as cancelas e permitir o trânsito livre de automotores.

Ação popular questionava a instalação da praça no local, criada por meio de aditivo contratual com Estado, pois criava barreira física dentro do município, dividindo bairro do centro de Jacarezinho.

No entanto, Gilmar Mendes concordou com os argumentos da Econorte.
"A possibilidade de quebra do equilíbrio econômico-financeiro de contratos de concessão, por decisão judicial, impõe elevado ônus não só às concessionárias e ao poder concedente, mas também aos usuários das rodovias, pois coloca em risco a adequada prestação do serviço público", frisou o ministro.

A Concessionária Econorte confirmou a retomada das operações já na noite desta segunda, por volta das 23h (com assessoria do STF).

Fonte: Bonde News.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Motoclubismo 2ª parte.

Na outra pista, os motoclubistas, digamos, moderados não escondem que só estão nessa para espairecer. "É mais lazer e entretenimento do que estilo de vida", diz a administradora de empresas Danielle Carstens, 30.
Ela e o marido, o engenheiro Luciano, estão entre os fundadores do motoclube Águias Indomáveis, criado em 2003.
Danielle admite que há um certo preconceito de seu grupo com os "cegezeiros" (donos de motos CG, mais baratas e menos potentes).
Nos encontros de motociclistas, os dois extremos não se misturam muito. "Eles devem nos ver como um bando de almofadinhas que só querem passear no fim de semana. E isso não é mentira", brinca.
Ela inclui os Águias Indomáveis na categoria dos grupos "família", cada vez mais comuns nas estradas do País.
O que não chega a ser uma surpresa, visto que até motoclubes gospel já viajam por aí.
Mas uma turma só de policiais seria algo impensável há 20 anos.
É justamente essa a marca registrada dos Paladinos, formado em sua maioria por delegados, investigadores, coronéis, sargentos, etc.
Muitos dos membros nem tinham motos antes de conhecer o grupo, como explica o policial civil Almir Alberti, 50, da Delegacia de Furtos e Roubos.
"Tem um coronel amigo nosso, por exemplo, que não se deu bem com a moto e hoje está feliz com seu triciclo".
Nas viagens, ele conta, as mulheres e filhos seguem o grupo em vans alugadas.
E se o destino é um encontro entre motoclubes, é quase certo que os Paladinos serão vistos com uma certa desconfiança. "Algumas pessoas sentem receio, sim.
Os Abutres, por exemplo, sempre ficam meio arredios", diz.
Alberti ainda revela que não facilita a vida de eventuais arruaceiros só porque são da mesma tribo.
"Independentemente de ser de motoclube, a gente tem de enquadrar quem estiver armado ou portando droga. Todos já estão cientes disso".
Para o policial, o surgimento de grupos independentes é uma reação à rigidez dos mais tradicionais.
Em muitos deles, os novatos (também chamados de prósperos) são tratados como calouros e devem se submeter a uma série de provações.
"Já vi homens de barba branca varrendo o chão, limpando motos e comprando cerveja enquanto os outros ficam de perna para o ar. Isso é uma humilhação", diz.

Durão, dos Abutres, rebate. "Em qualquer sociedade existe hierarquia. Você não faz gentilezas para as pessoas mais velhas?".

Salsicha pensa da mesma forma. "A gente coloca o próspero à prova mesmo, para saber se ele está disposto a ajudar". A intenção, eles garantem, é que todos sirvam ao grupo. Nesse debate, apenas uma coisa é certa: vai faltar estrada para tanta gente.

Fonte: Bonde News.

Motoclubismo

Seja como lazer ou estilo de vida, o motoclubismo se espalha pelo País. Normal, para um país com 2 milhões de motos vendidas este ano

Almir é integrante dos Paladinos,
Motoclube formado por policiais civis e militares

O Brasil caminha para ser o quarto maior produtor de motocicletas do mundo, perdendo apenas para China, Japão e Índia.
Cerca de 2 milhões de unidades foram vendidas apenas neste ano, entre modelos populares e de luxo.
Com isso, a frota nacional deve bater na casa dos 9 milhões de veículos de duas rodas - praticamente o dobro do número registrado em 2007.
Dentro de poucos anos, serão vendidas mais motos do que carros no País.
Esse crescimento se deve, basicamente, a três fatores: aumento do poder aquisitivo, preços mais acessíveis e facilidade de financiamento.
Mas, por trás desse boom, há também uma mudança de comportamento.
Um dos símbolos da contracultura, a motocicleta deixou de ser sinônimo de rebeldia.
Tornou-se uma alternativa de transporte e o ganha-pão de muita gente.
De quebra, virou opção de lazer nos fins de semana. Nunca se viu tantos comboios de motociclistas passeando pelas estradas.
Os motoclubes são uma febre em todo o Brasil.
Só em Curitiba existem mais de 100, entre filiais de grandes grupos nacionais (as chamadas facções) e pequenas turmas de amigos.
Cada um com seu perfil, estatuto e, é claro, colete de couro.
Durante muito tempo, os clubes rivalizavam e chegavam às vias de fato.
Até que, em 1987, o líder do grupo Balaios foi vítima de um atentado a bomba no Rio de Janeiro. Houve um processo de pacificação e a convivência hoje é relativamente pacífica.
A bronca, agora, tem viés conceitual.
Os membros dos clubes ditos ''de raiz'' acreditam que os mais novos não vão durar muito tempo. Para eles, tudo não passa de um modismo seguido por gente que não compreende o verdadeiro estilo de vida motoclubista.
''A moto você compra. O espírito, não'', diz o professor aposentado Alexandre Durão, 58 anos, diretor da facção curitibana dos Abutres, um dos maiores motoclubes do País.
''Não acho que os outros estejam errados. Mas tem muitos por aí que apenas colocam um colete e se travestem de motociclistas na sexta-feira'', emenda.
De acordo com Durão, um abutre se sente parte de uma sociedade alternativa.
Mesmo quando não está com o grupo. ''A gente vive esse espírito 24 horas. É uma questão de postura'', afirma.
E que postura é essa, que une desde desempregados a juízes de direito? ''Isso a gente não divulga, mas posso garantir que é tudo relacionado com o bem-viver'', desconversa.
As brigas, então, acabaram?
''Você já viu um fio desencapado? Ele está parado ali. Se você colocar a mão, vai levar um choque'', ironiza.
Durão, diretor local dos Abutres: "fio desencapado"
Integrante da facção local do motoclube Fator Mutante, Cláudio Adriano, 28, acredita que é tudo uma questão de ''pegada''.
Para ele, o verdadeiro motoclubista não se importa com conforto.
O contrário dos ''zé roelas'' que fundam clubes ''coxinhas'' só para ir ao litoral e voltar.
Salsicha, como é mais conhecido, trabalha como motorista e sonha em ter uma Harley Davidson. Juntou-se ao Fator Mutante justamente porque o grupo não faz distinção entre tipos de motocicletas.
Ele conta que chegou a viajar para São Paulo na garupa de um amigo, pois não tinha dinheiro para ir com a própria moto.
''Somos todos irmãos. Se um não tiver grana, os outros inteiram a pinga dele'', diz.
Casado duas vezes e pai de um menino de 8 anos, Salsicha rompeu com a segunda mulher por causa do motoclube.
Chegou a ficar um tempo afastado do grupo a pedido da parceira, mas a falta dos amigos acabou pesando. ''Eu sentia o mesmo amor por ela e pelo clube. Só que, de um lado, tinha uma pessoa só. Do outro, tinham várias'', justifica.

Salsicha (frente), do Fator Mutante: conforto é o de menos

Fonte: Bonde News.

Elas invadiram as estradas...

Sensação de liberdade e domínio da máquina: guiar motos já não é coisa só de homem há muito tempo...
Andrea, Suely, Daniele, Dayane e Viviane:
independência e diversão em encontros semanais
e no comando das motos
Garotas só querem diversão, já dizia a cantora pop Cindy Lauper.
Já os roqueiros do Stepenwolf imortalizaram a sensação de liberdade, traduzida em duas rodas e vento no cabelo, com o clássico refrão: nascido para ser selvagem.
Combinar diversão e independência é o desejo de um grupo de mulheres motociclistas que se reúne toda semana em Londrina para papear e tomar as rédeas das máquinas das quais, por muito tempo, elas só ocuparam a garupa.
''Sentar, sentir o chão, jogar os pés para cima e acelerar. Essa é minha definição de alegria'', declarou a soldado Dayane Canetti, 22 anos, estreante no universo das duas rodas.
Nascida em Ponta Grossa (Sudeste), Dayane passou no concurso para ser policial militar e, desde o ano passado, mora e trabalha em Londrina.
Para aliviar a saudade dos pais, conhecer gente nova e diferente, e ganhar respeito e admiração por onde passa, ela aprendeu a andar de moto.
Em apenas cinco meses comprou sua primeira grande máquina, uma Mirage 250, que a leva para todo canto.
Com a moto vieram os amigos e a liberdade, ''o ar'', como ela mesma assinalou.
Rodando por aí em apenas duas rodas há seis anos, a consultora em estética Viviane Woichik, 24, comprou a primeira de suas cinco motos aos 16 anos.
''Pagava o consórcio, mas como não tinha carteira, não podia andar'', lembrou a motociclista que aprendeu a gostar e a pilotar com um namorado.
''Morava no sítio e adorava andar sem capacete, sentir o vento na cara, a adrenalina.''
Criada em Irati (Sul), Viviane veio para Londrina, aos 19 anos, para estudar.
Cursando o terceiro ano de Administração, ela aproveita para andar de moto a caminho do trabalho e da faculdade e nos fins de semana gosta de viajar pelas estradas, sozinha.
A viagem mais longa foi para Irati e durou seis horas.
''Faço revisão da moto a cada seis mil quilômetros rodados, em loja especializada.
Troco o óleo, o filtro, a correia está sempre lubrificada.
Mando lavar quando chove e só limpo com querosene, para dar brilho'', contou Viviane, que diz não saber mais viver sem moto.
''Meus pais acham que sou louca, mas tenho paixão por motos.
Se pudesse, já comprava uma maior.
Meu sonho é uma Shadow 1800 VTX'', declarou a consultora, que hoje dirige uma Honda Shadow 600 VT.
Amigas de estrada, a empresária Andrea Campos Romagnoli, 36, e a cabeleireira Suely Moreira Gualda, 48, de Mandaguari (Noroeste), aprenderam a pilotar com os maridos e hoje já viajam sozinhas.
Com mais de dez anos de experiência, elas se divertem ao chamar a atenção por onde passam com suas Honda Shadow 750 e RR 600.
''Mulher em moto é chamativo, ainda mais em cidade pequena, onde as pessoas reparam mais. Mas eu ignoro, se eu ligar para isso, não saio de casa.
Adoro ser diferente'', comentou Suely, que costuma passear em bando.
''Minhas duas filhas também pilotam.''
Já Andrea prefere viajar com o marido e nenhum dos três filhos quer saber de moto.
Calibrar pneus e encher o tanque é tudo o que ela sabe fazer para manter a Honda em boas condições. '
'Meu marido deixa tudo prontinho para mim. Se eu pudesse, andava só de moto.''
Dona de uma loja de motos na Avenida Higienópolis, Daniele Valerio, 30, pilota há 13 anos.
Aprendeu sozinha e já teve outras seis motos até comprar o modelo dos seus sonhos há cinco anos: uma Harley Davidson 883.
''É o máximo que meu pé alcança'', brincou a empresária que já viajou de moto para Tiradentes, em Minas Gerais.
''Foram 1,2 mil quilômetros ida e volta.''
É ela a entendida em marcas, modelos, cilindragens e mecânica.
E é na loja dela que pelo menos 150 motociclistas da região, entre homens e mulheres, se encontram todas as quintas para um ''espetinho e uma cervejinha gelada''. '
'Adoro a sensação de liberdade e do prazer de dominar a moto'', descreveu Daniele, que prefere passear só. ''Eu decido a minha velocidade.''
Mariana Guerin-Bonde News

sábado, 20 de dezembro de 2008

VOTO DE "BOAS FESTAS"

AMIGO,




SEGUE ABAIXO MEU VOTO DE




"BOAS FESTAS!!!"




E DESEJO QUE O PAPAI NOEL TRAGA SEU PRESENTE:






ALCINDO.

ORAÇÃO DO ROCK

SANTA CEIA DO ROCK

ORAÇÃO DO ROCK:

Rock nosso que estais na veia

Muito escutado seja o vosso som...

Venha a nós o Riff inteiro

Seja feito barulho a vontade

Assim em casa como nos shows

Música boa de cada dia nos dai hoje

Perdoai nossas loucuras

Assim como nós perdoamos

Os pagodeiros e os sertanejos com aquelas músicas horríveis

Não nos deixeis ir no pagode

E livrai-nos do Axé

Amém...

NOVA BANDA: OS DEMÔNIOS DO MERCOSUL

CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL


Creedence Clearwater Revival foi uma banda de rock americana formada por John Fogerty (guitarra e vocais principais), Tom Fogerty (guitarra), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria), que, sob outras denominações, tocavam juntos desde 1959.
Adotaram o nome Creedence Clearwater Revival em 1967, com o qual lançaram as primeiras gravações em 1968.
O nome C.C.R. surgiu pela junção do nome de um amigo do Tom Fogerty chamado "Creedence Nubal" e por um comercial de cerveja "Clearwater".
Já naquele ano obtiveram disco de ouro com o álbum Creedence Clearwater Revival.
Ao longo da carreira, entre singles e álbuns, conquistaram nove discos de ouro e sete discos de platina.
Separaram-se em julho de 1972.
John Fogerty foi quem teve mais êxito na carreira solo.
Seu irmão Tom faleceu em 6 de setembro de 1990.
Recentemente, Stu Cook e Doug Clifford formaram o genérico Creedence Clearwater Revisited, e passaram a excursionar pelo mundo, tocando antigos sucessos da banda original.

Mapa do Brasil visto por um paulistano.


O Azarado!

NADA É TÃO RUIM QUE NÃO POSSA PIORAR!!!

"O AZARADO"

Um sujeito encontra um amigo que não via há muito tempo e, querendo ser simpático, inicia a conversa:

- E aí João, tudo bem?

- Péssimo... - responde o outro.

- Mas como péssimo? Com aquela Ferrari que você tem?

- Deu perda total num acidente... E o pior é que o seguro tinha acabado de vencer

- Bem, vão-se os anéis, mas ficam os dedos. E aquele filhão inteligente?

- Estava dirigindo a Ferrari... Morreu.

O cara tenta fugir daquele assunto tão trágico:

- E aquela sua filha que mais parecia uma modelo?

- Pois é... Estava junto com o irmão. Só a minha mulher não estava no carro.

- Graças a Deus! Como ela vai?

- Fugiu com o meu sócio.

- Bem... Pelo menos a empresa ficou só para você.

- Ela fugiu com ele porque me roubaram tudo. Deixaram a firma falida. Estou devendo milhões!

- Puxa vida, então, vamos mudar de assunto, e seu time?

- Sou VASCAÍNO ...!

- Pelo amor de Deus, João! Você não tem nada de positivo?????

- Sim, HIV

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

MOTOCICLISMO BARRA AUMENTO DO DPVAT

MOTOCICLISMO BARRA AUMENTO DO DPVAT
(SEGURO OBRIGATÓRIO PARA MOTOS)

O presidente da AMO-RS / Associação dos Motociclistas do Rio Grande do Sul, Leandro Balardin, acaba de confirmar que a AMO-RS impetrou em (17/12), na 4ª Vara Federal, no Estado do Rio Grande do Sul, ação judicial com o intento de suspender a majoração por parte da União e da SUSEP - Superintendência de Seguros Privados dos valores do Seguro Obrigatório.

Em Resolução publicada em prazo tardio (Estado do RS, já emitiram a cobrança do IPVA), a SUSEP, instituição coordenada pelo CNSP, Conselho Nacional de Seguros Privados, publicou apenas hoje (18.12.2008) a Resolução que definiu os valores.

Diferentemente dos últimos anos, o DPVAT para a CATEGORIA 9, a de motociclistas não vai poder sofrer reajuste. O valor continuará R$ 254,16, mais o custo adicional da apólice, o qual o valor final ficará em R$ 259,04.

Balardin ressalta que diversas Ações Civis Públicas foram movidas no País, no entanto a AMO-RS, em ação, buscou a não MAJORAÇÃO DO VALOR DO DPVAT fixado em 2008, o qual permanecerá o mesmo.

A AMO-RS, ainda julga o valor abusivo e continuará cobrando judicialmente informações claras sobre os cálculos autorais, visando, comprovadamente que há distorções para motivar a redução.

JUSTIFICATIVAS DA AÇÃO:

Considerando a ausência de motivos bastantes à fixação tão elevada na cobrança do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre- DPVAT para motocicletas;
considerando que este ‘ajuste’ significativo, já ocorrido em 2007 para o exercício de 2008, traduz um percentual de mais de 300% (!!!) de diferença entre o valor pago aos seguros obrigatórios de um automóvel e de uma motocicleta;
considerando que a União, instada a exibir documentação e elementos capazes de, minimamente, convencer acerca destes reajustes;
considerando que a União desatende ao inciso XXXIII, art. 5º, Constituição Federal, ao não fornecer informações dignas de confiabilidade na ação exibitória cautelar;
considerando que a classe dos motociclistas, em sua grande maioria, tem no veículo não só um transporte, mas um meio de sustento de vida, inclusive familiar, para muitos;
considerando que com o aumento da frota de motocicletas, que vai geometricamente se registrando a cada ano;
considerando que este aumento não significa, forçosamente, aumento no número de acidentes com motocicletas;
considerando que em 2009 já se aproxima, segundo noticiário atual, uma nova e extorsiva tarifação por parte da Ré, e, de novo (!), sem qualquer justificativa;

O Presidente da AMO-RS, Leandro Balardin que saiu em defesa dos motociclistas, justifica que os cálculos autorais para fixação do valor anual do Seguro DPVAT “são manipulados”. Os últimos reajustes do seguro obrigatório chegaram a 265% em menos de três anos.

AMO-RS
E-mail: mailto:amo-rs@bol.com.br / imprensa@amo-rs.com.br

BAFÔMETRO DESCARTÁVEL=OPERAÇÃO VERÃO.

Curitiba:

A Operação Verão da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), que começa hoje e será realizada até março de 2009, vai contar com uma inovação para a fiscalização de motoristas que dirigem alcoolizados.

Além dos etilômetros (conhecidos como bafômetros) já utilizados pela corporação, a equipe vai contar com bafômetros descartáveis.
Os novos aparelhos vão determinar rapidamente se o motorista fiscalizado deve ou não ser submetido ao teste do bafômetro convencional.
A proposta é aumentar o número de testes, sem atrapalhar o andamento da fiscalização.

Inicialmente serão disponibilizados 10 mil bafômetros descartáveis, que serão repostos conforme a demanda.
Todos os postos de fiscalização da PRE no Litoral também estarão equipados com o bafômetro. Uma determinação do Ministério da Justiça possibilitou a aquisição de bafômetros para a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Com a medida, todas as viaturas e postos da PRF do Paraná serão equipadas com um aparelho. A previsão é de que pelo menos 20 equipamentos já estejam disponíveis para o início de 2009 Operação Verão.

Menos mortes nas Estradas Federais:

O número de mortes nas estradas federais que cortam o Paraná caiu 29% nos primeiros seis meses de vigência da Lei 11.705 -conhecida como Lei Seca- em relação ao mesmo período do ano passado.
Apesar da queda dos óbitos, houve aumento de 6% no número de acidentes.
Mas, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), entre junho e dezembro deste ano, a previsão era de aumento de mais de 20%, levando em conta o aumento de 12% na frota de veículos e as condições climáticas adversas comuns nesta época do ano.

Entre junho e novembro deste ano, a PRE autuou 119 motoristas, que perderam a carteira de habilitação por embriaguez ao volante.

A lei que decretou o combate à combinação bebidas alcóolicas e direção entrou em vigor em 19 de junho deste ano. Ela substituiu a tolerância de 0,1 mg de álcool no sangue por 0,6 mg, ou seja, todos os motoristas, a partir de então, estão proibidos de dirigir após o consumo de bebidas alcóolicas. O reflexo imediato da nova lei, chamada popularmente de Lei Seca, foi a redução no número de acidentes de trânsito em todo o País e o aumento das autuações a motoristas que dirigem alcoolizados.

Educação e sensibilização:

O especialista em segurança no trânsito, Celso Mariano, avalia a implementação da Lei Seca como uma importante medida no combate à violência no trânsito, mas que não foi abordada da maneira correta.

"Ela não fez a reflexão de que não posso me expor ao risco quando bebo e dirijo, o que só a educação pode fazer. Minha grande crítica é que ela depende só da coerção, do peso da mão da fiscalização", analisa.

Mariano também ressalta que o mecanismo de fiscalização foi frágil para comportar a abrangência da lei.
Ele acredita que apenas o aumento da fiscalização da legislação anteior já seria suficiente para a diminuição dos acidentes em decorrência do consumo de álcool.

"Não é normal morrer no trânsito, não deveria ser aceito e não temos que aceitar", ressalta o especialista.


Fonte: Folha de Londrina

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Rodovia do Cerne-opção entre Londrina,Curitiba e Litoral.

Quando vou a Curitiba ou a Santa Catarina uso a Rodovia do Cerne, em vez de ir pela BR-376.

Gosto dessa estrada pela tranquilidade, e pela paisagem, principalmente na região de São Jerônimo da Serra, local onde tirei a foto abaixo voltando de Itapoá-SC:

Subida da Serra-São Jerônimo da Serra


Como nos próximos dias muita gente vai descer ao litoral, estou postando aqui alguns detalhes dessa rodovia:

A Rodovia PR-090 é uma estrada pertencente ao governo do Paraná que liga a cidade de Curitiba até a PR-170, em Alvorada do Sul, a aproximadamente 3 km da divisa com o Estado de São Paulo.

Esta é uma das rodovias mais tradicionais do Estado, também conhecida como Rodovia do Cerne. É denominada de Rodovia Engenheiro Angelo Ferrario Lopes.

"É uma via que tem uma importância enorme para a economia do Paraná.

Além de facilitar a ligação entre do Norte do Estado com a Região Metropolitana de Curitiba, é uma opção para os motoristas que não querem trafegar pela rodovia pedagiada (BR-376)”

Histórico:

A Estrada do Cerne foi a principal obra da década de 1930, época em que foi considerada “a maior rodovia que se construiu no Paraná em todos os tempos”.

Faz a ligação entre o Sul e o Norte do Estado, passando por diversos municípios, entre eles Curitiba, Campo Magro, Piraí do Sul, Ventania, São Jerônimo da Serra, Jataizinho, Bela Vista do Paraíso e Alvorada do Sul, já na divisa com São Paulo.

Durante vinte anos, foi o principal corredor de escoamento da produção cafeeira do norte do Estado, que a partir de sua construção passou a ser exportada prioritariamente pelo Porto de Paranaguá, ao invés do Porto de Santos.

Os reflexos da via na região de sua zona de influência foram imediatos.

Três grandes empreendimentos industriais foram erguidos ao longo e nas imediações da nova estrada: uma indústria de papel, a exploração em grande escala do carvão paranaense em Figueira e a usina de açúcar em Porecatu, que atraíram capitais paulistas sob o estímulo das facilidades criadas pelo interventor Manoel Ribas.

O Paraná não só cresceu como celeiro agrícola e maior exportador de café do Brasil, como também se industrializou a passos largos, transformando o Porto de Paranaguá no mais importante do País.

No início dos anos 60, com a abertura da Rodovia do Café, inteiramente asfaltada entre Ponta Grossa e Apucarana, o tráfego mais intenso deixou de lado a Estrada do Cerne, que começou a perder a importância, juntamente com quase toda a região por ela servida.

Além disso, o deslocamento da fronteira agrícola após saltar o Rio Tibagi e de expandir para o Nordeste e o extremo Oeste provocou e esvaziamento econômico e demográfico da área.

Hoje, com a revitalização da estrada, o governo do Estado pretende voltar a fortalecer a economia da região.

Usei essa estrada a última vez em 2007, e a conservação dela estava muito boa.

Recomendo a quem quiser fazer uma viagem mais tranquila a Curitiba ou ao litoral.

Só não esqueça de abastecer o tanque em Sapopema, porque existem poucos postos de combustível no trajeto.

E para quem vem de Curitiba à Londrina, abasteça em Piraí do Sul.

Aproveite a paisagem e Boa viagem!!!

Alcindo.

ROTA 66


Com um território tão grande que vai do Oceano Atlântico ao Pacífico, os Estados Unidos são um sonho de consumo dos estradeiros.

E, entre todas as vias do país, a Rota 66 tem status de lenda - já foi chamada de "rua principal da América".

Não à toa, Jack Kerouac influenciou gerações ao tornar a Rota 66 personagem central de seu livro "On the Road", de 1957.

Onze anos antes, Nat King Cole cantou a música "Route 66" pela primeira vez - regravada depois por Rolling Stones, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Bob Dylan, entre outros.

Em 2006, seus cenários serviram de pano de fundo para a animação "Carros", da Disney.


A estrada começou a ser construída na década de 1920.

Seus quase 4 mil quilômetros ligam Chicago a Los Angeles, passando por oito Estados.

Mas, hoje, o percurso não está nas mesmas condições.

A rigor, a Rota 66 nem existe mais - foi retirada dos mapas rodoviários americanos na década de 1980, substituída por um sistema de rodovias mais largas, seguras e velozes.

Ficou mais rápido ir de um ponto a outro e mais difícil ver a vida pelo caminho.

Pequenas cidades faliram.

Lojas, motéis e postos de gasolina envelheceram, o asfalto rachou e os carros sumiram, deixando para trás cidades-fantasma.


Mas o abandono não deixou os saudosistas esquecerem o sonho da viagem até a Califórnia.

No traçado original, que pode ser percorrido quase inteiro de moto ou de carro, não é difícil encontrar atrações que relembram os bons tempos, como o Cadillac Ranch, perto de Amarillo, no Texas.


Trata-se de uma instalação formada por dez Cadillacs enfileirados, com as partes dianteiras enterradas no solo.

Pelo menos dois motéis surgidos naquela época para o descanso dos viajantes continuam em atividade às margens da Rota 66.

O Blue Swallow Motel (http://www.blueswallowmotel.com/), em Tucumcari, no Novo México, quase fechou as portas há alguns anos, por falta de clientes. Mas se renovou, sem perder o clima vintage, e hoje é uma boa opção de hospedagem.

Mais adiante, o Motel Wigwam (http://www.wigwammotel.com/) tem quartos em forma de cones, como as tendas indígenas americanas, e dois endereços: em Holbrook, Arizona, e em San Bernardino, já na Califórnia.

San Bernardino guarda outra curiosidade bem perto da Rota 66: o primeiro restaurante dos irmãos Richard e Maurice McDonald, que originou a rede McDonald’s.



O local, hoje, pertence à rede Juan Pollo (http://www.juanpollo.com/).

Mas preserva um museu não oficial da lanchonete mais famosa do mundo.

COMENTÁRIOS:

Cortando os Estados Unidos de Los Angeles a Chicago, a Rota 66, ao longo do tempo, foi cruzada por todo o tipo de aventureiro.

Para muitos, a viagem era uma jornada desesperada de poeira e desolação.

Para alguns sortudos, significou o caminho para a fama e fortuna.

A Rota 66 era selvagem e solitária, doce e infinita.

Também uma sedutora pronta pra roubar sua carteira ou seu coração.
Mas para todos que fizeram o percurso, a viagem se tornou a maior experiência de suas vidas.

Cinco, dez ou cinquenta anos depois, ninguém esqueceu da aventura de ter cruzado a estrada, nem das pessoas ou dos lugares descobertos ao longo do caminho.

O transcurso de cada milha fez refletir sobre a rotina em que suas vidas eram vividas freqüentemente.

Ninguém que tenha passado pela Rota 66, conseguirá esquecer o belo retrato da América, através de suas 2.400 milhas de paisagens inesquecíveis, campos de milho, cidades-fantasma, motéis baratos e postos de gasolina last chance.


Muito menos esquecerá do sorriso da garçonete, ou do jukebox com direito a três melodias por 25 cents...

NÃO DÊ ESMOLAS NO SEMÁFORO

PROJETO SOCIAL SINAL VERDE


O objetivo principal do Projeto Sinal Verde é conscientizar a população a não dar esmolas aos jovens que ficam nos semáforos e nas ruas, tendo em vista os projetos sociais, que visam o bem estar e o futuro deles.

A iniciativa consiste em uma grande blitz envolvendo a distribuição de panfletos nos semáforos, fixação de cartazes nos estabelecimentos comerciais e de serviços de utilidade pública.

A estampa do projeto está em placas publicitárias nas ruas. A finalidade é informar os munícipes e os turistas, sobre a maneira como contribuir, a fim de solucionar esse problema social.

Rua Angelina Ricci Vezozzo, 85
Pq. das Indústrias Leves
Londrina-PR

Responsável: EPESMEL

Fone: 3325.4128
http://www.epesmel.com.br/

Comercial de Carro com Mulher

VEJA PORQUE COMERCIAL DE AUTOMÓVEL
"TEM QUE SER COM MULHER":











Ronaldo = Timão...




quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Maringá = "Campeã de Multas"

Pelo menos uma ou duas vezes ao mês vou a Maringá a negócios.

Mês passado estacionei meu carro na região central de Maringá e quando voltei tinha um papelzinho amarelo no limpador do pára-brisa (e agora? com essa nova regra da ortografia brasileira, seria pára-brisa ou parabrisa a escrita correta? Nossa...complicaram mais a nossa língua).

Percebi a presença desse papelzinho com o carro já em movimento, e consegui ler a frase: "AUTO DE INFRAÇÃO"...

Parei o carro, retirei o papel que dizia que estacionei na área chamada "ESTAR", que é uma área de estacionamento rotativo, como a "ZONA AZUL" em Londrina e São Paulo.

Esse "Aviso de Auto de Infração" dizia que caso eu não efetuasse a regularização do estacionamento no prazo de 12 dias, o aviso seria convertido em "multa de trânsito", caracterizada no artigo 181, Inciso XVII da Lei Federal 9.503/97.

A forma de regulamentar e o valor da infração é a seguinte:

Estando o Aviso/Auto-de-Infração dentro do prazo de 5 (cinco) dias úteis após a data de emissão, o usuário do Sistema deverá efetuar o depósito no valor de R$ 4,00. Caso esteja no prazo do 6º (sexto) ao 12º (décimo segundo) dia útil, deverá efetuar o depósito no valor de R$ 8,00.Para Aviso/Auto-de-Infração emitido com infração superior a 02 (duas) horas, deverão efetuar o depósito no valor de R$ 16,00 até 12 (doze) dias úteis após a data de emissão.

E os locais para regulamentar são alguns Postos de Venda (PV) localizados ali nas imediações do centro da cidade ou efetuar depósito na Caixa Econômica.

Achei mais fácil procurar os tais Postos de Venda (PV), e fiquei rodando em círculos....bem....quase em círculos, porque no centro de Maringá as ruas são como a Av. Higienópolis em Londrina; Não há conversões à esquerda. Se vc. precisa virar à esquerda, é necessário avançar uma quadra e fazer o retorno à direita, contornando a quadra toda.

Nessa brincadeira, dei voltas e mais voltas a procura do tal "PV".

Enfim encontrei o tal "PV" na esquina da Av. São Paulo com Av. Brasil, e consegui regularizar a Infração pagando os R$ 4,00.

Essa semana recebi pelo correio uma multa de trânsito expedida pela SETRAN (Secretaria Municipal de Transportes de Maringá).

A multa não foi pelo estacionamento...

Nessa andança pra lá e pra cá, me distraí procurando o tal "PV" e acabei passando um sinal mudando do verde para o vermelho....

E foi justamente na esquina da Av.Brasil com Av. São Paulo onde encontrei o "PV".

Resultado: Multa de R$ 190,00 e 7 pontos na carteira...

Maringá é repleta de câmeras que fiscalizam o trânsito, os tais "pardais"...

E os semáforos mudam do verde pro vermelho bem mais rápido que os semáforos de Londrina.

Em Londrina existe um amarelo entre o verde e o vermelho bem demorado, e em Maringá não existe esse tempo.

Pesquisei e descobri o seguinte sobre essas cobranças de multas em Maringá:

A previsão de que a Prefeitura de Maringá vai arrecadar, durante o ano de 2009, R$ 8,5 milhões apenas com a aplicação de multas.
Proporcionalmente, as multas de trânsito devem gerar ao município, no próximo ano, R$ 23 mil por dia, incluindo os domingos e feriados. A soma corresponde a 1,75% de todo o orçamento para 2009, que será de aproximadamente R$ 485,4 milhões. Um faturamento previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) - disponibilizado no site da prefeitura, na mensagem de lei 147/2008 -, que mantém Maringá como uma das cidades campeãs na aplicação de multas, no Paraná.


Folheando o jornal de Maringá "Diário do Norte do Paraná", encontrei uma Charge que me motivou a postar esse assunto:

Charge publicada no jornal de Maringá:
"O DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ" do dia 14.12.2008

E quem vai a Maringá eventualmente, fique atento quando estacionar no centro da cidade.

Procure um dos funcionarios da "ESTAR" que ficam por ali.

Para quem quer + informações sobre o estacioamento rotativo em Maringá, acesse: http://www.maringa.pr.gov.br/estar/

Quase uma reconciliação...